O nosso mundo não deveria ser apenas a Internet ou o telemóvel. Os jornais ocupam e ocuparão sempre um papel fundamental no nosso crescimento intelectual.
Daí a nossa visita ao Diário do Minho e à sua magnífica gráfica.
É numa enorme nave, nas antigas instalações da Grundig, que o jornal e mais de 100 títulos são impressos todos os dias. Durante 24 horas, a enorme rotativa trabalha sem parar. Máquinas sofisticadas dobram e colam cerca de 40 mil páginas por hora.
É o mundo da alta tecnologia ao serviço de jornais. Mas como é que as notícias surgem “fresquinhas” todos os dias? Foi a resposta a esta e a outras perguntas que procurámos junto do Padre Miguel.
Ficámos a saber como funcionava o Jornal, quantos jornalistas lá trabalhavam, como articulavam o trabalho, as fontes, dificuldades, enfim a enorme azáfama que se respirava no seu interior. Gostámos, foi sem dúvida bastante interessante.
Da parte da tarde, fomos ao Centro de Emprego. Sinceramente não gostámos, pois as informações que nos deram não foram muito esclarecedoras.
Ainda tivemos tempo para dar uma volta no centro de Braga.
Como estava muito calor, sentámo-nos numa esplanada e bebemos umas colas.
Estava na hora e regressámos a Vila Verde..
Daí a nossa visita ao Diário do Minho e à sua magnífica gráfica.
É numa enorme nave, nas antigas instalações da Grundig, que o jornal e mais de 100 títulos são impressos todos os dias. Durante 24 horas, a enorme rotativa trabalha sem parar. Máquinas sofisticadas dobram e colam cerca de 40 mil páginas por hora.
É o mundo da alta tecnologia ao serviço de jornais. Mas como é que as notícias surgem “fresquinhas” todos os dias? Foi a resposta a esta e a outras perguntas que procurámos junto do Padre Miguel.
Ficámos a saber como funcionava o Jornal, quantos jornalistas lá trabalhavam, como articulavam o trabalho, as fontes, dificuldades, enfim a enorme azáfama que se respirava no seu interior. Gostámos, foi sem dúvida bastante interessante.
Da parte da tarde, fomos ao Centro de Emprego. Sinceramente não gostámos, pois as informações que nos deram não foram muito esclarecedoras.
Ainda tivemos tempo para dar uma volta no centro de Braga.
Como estava muito calor, sentámo-nos numa esplanada e bebemos umas colas.
Estava na hora e regressámos a Vila Verde..

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