segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Simulação de uma erupção vulcânica

Vila Verde, 16 de Outubro de 2007


Hoje, na parte final da aula de Ciências Naturais, vestimos a bata branca e colocámos os óculos protectores. Objectivo – “brincar” aos cientistas.
A nossa professora tinha-nos reservado um trabalho prático bem aliciante: simular uma erupção vulcânica.
Um tabuleiro em inox, um frasco, areia molhada, uma garrafa de plástico (33 cl) vazia, 3 colheres de fermento para bolos, 1 colher de detergente da roupa, 1 colher de polpa de tomate e 200ml de vinagre, eis os ingredientes para os pequenos vulcanólogos começarem a trabalhar.
Preparámos a sala, juntámo-nos à volta da mesa e iniciámos os procedimentos.
Seguindo cuidadosamente as instruções da vulcanóloga maior, misturámos o tomate com o vinagre e colocámos, na garrafa, o fermento e o detergente. No centro do tabuleiro, com a areia à volta da garrafa, formámos um “cone vulcânico”.
Depois de deitada a mistura de vinagre com tomate na garrafa, só tivemos que esperar uns segundos para observar o resultado.
Nem chegou a haver “suspense” tal a rapidez com que a lava fluiu.
Concluída a simulação, em jeito de discussão, começámos a tirar as respectivas ilações: verificámos que se tratava de lava fluida, que esta se afastava da cratera, que se formaram cones vulcânicos mais baixos e que, portanto, se tinha tratado de uma erupção efusiva. Já autênticos especialistas, pedimos à professora Ana Carvalho que pensasse numa visita de estudo ao vulcão de Santa Helena (EUA)

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